O modelo tradicional de exame ocupacional cobra um preço invisível: cada colaborador perde meio período entre deslocamento, espera e atendimento — multiplicado pelo quadro inteiro, todos os anos. Para a produção, é turno perdido; para o RH, é logística de convocação que nunca fecha. O atendimento dentro da empresa inverte a equação: em vez de a equipe ir à clínica, a clínica vai à equipe.
Como acontece um dia de atendimento in company
- Antes: a empresa envia o quadro e os setores; a equipe técnica define o cronograma por turno e a estrutura necessária.
- No dia: a estrutura é montada em uma sala cedida pela empresa — consultório itinerante completo. Os colaboradores são chamados por setor, em blocos, dentro do próprio turno.
- Exames e coletas: avaliações clínicas e exames complementares conforme o PCMSO; coletas laboratoriais com cadeia de custódia certificada.
- Ao final: ASOs emitidos no ato, prontuários atualizados e os dados prontos para alimentar o eSocial (S-2220).
Para quais empresas faz sentido
O modelo brilha a partir de equipes com dezenas de colaboradores — indústrias, logística, saúde, varejo com múltiplos turnos — mas também atende empresas menores em esquema de rota, combinando datas na região. Em Ribeirão Preto e cidades próximas, a estrutura da Pró-Saúde se desloca com agenda própria; admissionais avulsos seguem na clínica, com agendamento rápido para não travar contratação.
O que a empresa precisa providenciar
Pouco: uma sala reservada com tomada e cadeiras, a lista de convocação por setor e um ponto focal do RH no dia. Todo o resto — equipamento, equipe, materiais, descarte e documentação — chega e sai com a estrutura itinerante. No fim do dia, a empresa tem os exames em dia e um relatório do que foi realizado; o colaborador, de volta ao posto em minutos.